sábado, 10 de setembro de 2011

AROMATERAPIA, EMOÇÕES e BEM ESTAR



Quem nunca se sentiu bem em um lindo jardim com o cheiro das flores sutilmente pairando no ar, como se fosse uma carícia dos Anjos?

As rosas são flores que representam o elo mais próximo que temos aos Anjos e Santos. Ela é considerada uma flor de perfeição divina. Seu aroma pode nos trazer muitas sensações maravilhosas. Paz, conforto, segurança, harmonia, amor incondicional, equilíbrio mental, estimula a tensão, alivia o stress e é excelente em casos de mágoas, ressentimentos, inveja, ciúmes e depressão.



Lembro de quando era pequena e havia uma roseira na frente de casa. Desde criança, adorava brincar correndo em volta daquele pequeno jardim, sentindo o aroma das rosas, brancas e rosadas. No sítio de meu avô também. As roseiras, enfileiradas, de cores variadas e aquilo era mágico! Independente dos arranhões pelos espinhos, aproximar o nariz em uma rosa, fechar os olhos e simplesmente inalar seu perfume suave já era para mim um tranquilizante.



Caso você esteja tenso, deprimido, exausto por tanto trabalho, insatisfeito com os resultados que a vida está lhe dando. Não se deixe entregar. Compre algumas rosas, se não encontrar o Óleo Essencial de Rosa, que pode ser a Marroquina, e inale seu perfume.

Quando ganho rosas de presente, o peito se abre de alegria, pois a lembrança é inevitável. Se forem brancas ou rosadas então? Me transporto para aquele momento de paz, e tranquilidade da infância, inalando o perfume, sob o Sol aquecendo o corpo e sentindo a leve brisa do ar... E é possível me manter nesse momento por horas se deixar. Sem um único pensamento na mente, somente o aroma das rosas.

Essa memória veio pela inspiração do Óleo Essencial de Limão. 3 gotinhas na echarpe me levaram para uma lembrança deliciosa da vida. Onde agora posso desfrutar dessa sensação o dia inteiro, sabendo que é passado, mas resgatando a sensação de bem estar que existe nestes momentos lembrados. A aromaterapia entrou em minha vida por adorar perfumes. Um de meus filmes predileto é Perfume: The Story of a Murderer (br:Perfume: A História de um Assassino) é um filme lançado em setembro 2006, é uma adaptação do livro homônimo do escritor alemão Patrick Süskind



O Óleo Essencial de Cardamomo que usei achando que era canela, para me dar inspiração, foi mais além do que pensava. Ele me deu iluminação, pois junto com o OE de Limão que já é eficaz para a concentração, ativando as lembranças, o cardamomo me trouxe uma energia maior. Ele é um Óleo aconselhado para estimular os sentidos quando se sente fraco e cansado, revitalizando, refrescando e animando a mente e o espírito.

Para mim os Óleos Essenciais só trazem lembranças boas, pois muitos momentos alegres foram vividos entre flores, seja no sítio, seja em casa ou mesmo fora de casa. É difícil associar os aromas de flores com momentos tristes. Cada um tem sua própria memória olfativa e através desses aromas, selecionados diferentemente para cada pessoa, é possível trazer a tona, sensações de coragem, auto-confiança, leveza, organização mental e emocional e com isso o equilíbrio necessário para cada um viver bem e feliz.

LUZ, AMOR e GRATIDÃO

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

13 FORMAS PARA FICAR ZEN...


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Um abraço!

Faz parte da qualidade de vida para todos! Sem contra-indicação, com alegria!

LUZ, AMOR e GRATIDÃO

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

HOJE A MORTE ME VISITOU


Olá querido(a) tudo bem?

Hoje a morte veio me visitar e disse:

- "Bora", que chegou a hora.
Respondi com muita calma: - Ainda não, deixa pra outra hora, estou ocupada.

A morte é insistente...

- Não tenho tempo a esperar, chegou sua vez.
- Passo minha vez, tenho muito o que fazer por aqui ainda. Respondi com um sorriso.

Como ela viu que não tinha medo de sua face, ela disse:
- Ok, quem eu levo em seu lugar?

Então respondi com muita certeza:

- Leve toda a infelicidade, o desamor, a raiva, a incompreensão. Leve do coração das pessoas as mágoas e ressentimentos, leve a guerra e as lutas contra tudo o que existe. Leve o sofrimento e a corrupção. Acho que você estará bem ocupada pelos próximos 20 anos... Depois disso, se quiser e achar que está na minha hora, então venha, mesmo assim, ainda acho que será cedo.

A morte faz parte de do processo de finalização de tudo que existe. Lembrando de alguns posts que falavam sobre Vida-Morte-Vida, Desapego, Encerrando Ciclos. Eis a morte de ciclos existentes, eis a morte de todas as emoções negativas, de todas as tristezas acumuladas dentro de cada um.

A morte não é cruel nem aterradora, ela é parte de nossa vida, se souber entender seu lado positivo. Pois a morte além de física, ela é simbólica.

Hoje a morte me visitou e queria me levar para a escuridão da tristeza e melancolia. Mas tenho muito com o que me OCUPAR, pois evito as PRÉ-ocupações. Então, viva com alegria, com amor, com harmonia, compaixão, compreensão, leveza e sorria. Deixe sim, morrer as tristezas, os conflitos, o egoísmo, ainda tem tanta coisa para se "matar" por dentro, para depois trazer a tona tudo o que existe de maravilhoso dentro do seu EU DIVINO!

Sou Divina, Sou alegria, Sou amor, Sou compreensão, Sou paz, Sou harmonia, Sou Verdade, Sou VIDA!

Seja também! O seu ESTAR, nada mais é que uma fase. Essa fase passa se você se permitir. 

Para alegria - USE LARANJA DOCE (tranquiliza os pensamentos negativos, colorindo sua vida de alegria, também gosto de GRAPEFRUIT, pois lembra infância feliz, com seu cheirinho de balinha.)

Para o medo - USE CEDRO (que ameniza a ansiedade, trazendo a tona sua coragem e elevando seus pensamentos ao Divino.)

Para sua auto-estima que baixou: USE GERÂNIO acompanhado de YLANG YLANG (darão a sua vida um sentido mais centrado, mais concentração e uma satisfação maior por ser o que é.)

Para a carência: USE ROSA OU JASMIM (Você verá que a carência é um estado, que você pode e consegue viver bem consigo mesmo, olhando o mundo de forma empática e compreendendo a existência da sua ESSÊNCIA.)

Mas sempre lembro: CONSULTE UM PROFISSIONAL, O USO EXCESSIVO DE ÓLEOS ESSENCIAIS PODE CAUSAR EFEITOS COLATERAIS. E EXISTEM CONTRA-INDICAÇÕES PARA ALGUNS CASOS.

Ame sempre, perdoe a todo instante, viva com alegria, aproveite cada minuto como se fosse seu último, pois só assim você saberá que está fazendo a coisa certa. Evite pensamentos negativos que o prendem e intoxicam seu corpo, mente, emoções e principalmente sua alma.


Não enganei a morte, apenas soube aproveitar os momentos em que ela vem. Uns podem permitir que ela lhe mate a alegria, a paz, a harmonia em seus relacionamentos. Eu prefiro trabalhar com a morte de forma mais tranquila, sem medo, mas permitindo que ela leve todas os meus momentos tristes, de insegurança e de incompreensão.


A morte, faz parte da vida, saiba trabalhar junto com ela para que você seja mais VIDA!

LUZ, AMOR e GRATIDÃO

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A ECONOMIA DA FELICIDADE - Por Jeffrey D. Sachs


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A economia da felicidade

Por Jeffrey D. Sachs
Vivemos em tempos de altas ansiedades. Apesar de o mundo usufruir de uma riqueza total sem precedentes, também há ampla insegurança, agitação e insatisfação. Nos Estados Unidos, uma grande maioria dos americanos acredita que o país está "no caminho errado". O pessimismo está nas alturas. O mesmo vale para muitos outros lugares.
Tendo essa situação como pano de fundo, chegou a hora de reconsiderar as fontes básicas de felicidade em nossa vida econômica. A busca incansável de rendas maiores vem nos levando a uma ansiedade e iniquidade sem precedentes, em vez de nos conduzir a uma maior felicidade e satisfação na vida. O progresso econômico é importante e pode melhorar a qualidade de vida, mas só se o buscarmos junto com outras metas.
Nesse sentido, o Reino do Butão vem mostrando o caminho. Há 40 anos, o quarto rei do Butão, jovem e recém-entronado, fez uma escolha notável: o Butão deveria buscar a "Felicidade Nacional Bruta" (FNB), em vez do Produto Nacional Bruto (PNB). Desde então, o país vem experimentando uma abordagem alternativa e holística em relação ao desenvolvimento, que enfatiza não apenas o crescimento da economia, mas também a cultura, saúde mental, compaixão e comunidade.
Dezenas de especialistas reuniram-se recentemente na capital do Butão, Thimbu, para fazer um balanço sobre o desempenho do país. Fui um dos coanfitriões, com o primeiro-ministro do Butão, Jigme Thinley, um líder em desenvolvimento sustentável e grande defensor do conceito de "FNB". A reunião ocorreu na esteira da declaração de julho da assembleia geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que convocou os países a avaliar como as políticas nacionais podem promover a felicidade em suas sociedades.
Devemos sim apoiar o desenvolvimento e crescimento econômico, mas apenas dentro de um contexto mais amplo: um contexto que promova a sustentabilidade ambiental e os valores da compaixão e honestidade, necessários para criar a confiança social.
Todos os que se reuniram em Thimbu concordaram sobre a importância de buscar a felicidade em vez da renda nacional. A questão que examinamos é como alcançar a felicidade em um mundo caracterizado pela rápida urbanização, meios de comunicação de massa, capitalismo global e degradação ambiental. Como nossa vida econômica pode ser reordenada para recriar um senso de comunidade, confiança e sustentabilidade ambiental?
Estas foram algumas das conclusões iniciais. Primeira, não devemos menosprezar o valor do progresso econômico. Há sofrimento quando as pessoas passam fome, quando são privadas do atendimento de necessidades básicas, como água potável, atendimento médico e educação, ou empregos dignos.
Segunda, a busca contínua do PNB, sem levar em conta outros objetivos, tampouco é caminho para a felicidade. Nos EUA, o PNB subiu acentuadamente nos últimos 40 anos, mas a felicidade, não. Em vez disso, a busca obstinada do PNB levou a grandes desigualdades de riqueza e poder - alimentadas pelo crescimento de uma grande subclasse --, aprisionou milhões de crianças na pobreza e provocou grave degradação ambiental.
Terceira, a felicidade é alcançada por meio de uma abordagem de vida equilibrada, entre indivíduos e sociedade. Como indivíduos, somos infelizes quando nos é negado o atendimento de necessidades básicas materiais, mas também somos infelizes se a busca por rendas maiores substitui nosso foco na família, amigos, comunidade, compaixão e equilíbrio interno. Como sociedade, uma coisa é organizar políticas econômicas para manter os padrões de vida em alta, mas outra bem diferente é subordinar todos os valores da sociedade à busca do lucro.
A política nos EUA, contudo, permitiu cada vez mais que os lucros empresariais dominassem todas as outras aspirações: igualdade, justiça, confiança, saúde física e mental e sustentabilidade ambiental. As contribuições de empresas a campanhas corroem cada vez mais o processo democrático, com a benção da Corte Suprema dos EUA.
Quarta, o capitalismo global apresenta muitas ameaças diretas à felicidade. Está destruindo o ambiente com as mudanças climáticas e outros tipos de poluição, enquanto um fluxo incansável de propaganda da indústria petrolífera leva muitas pessoas a desconhecer o problema. Isso enfraquece a estabilidade mental e confiança social, com a incidência de depressões clínicas aparentemente em alta. Os meios de comunicação de massa se tornaram meio de distribuição de "mensagens" empresariais em grande parte abertamente contra a ciência, enquanto os americanos sofrem de um número cada vez de vícios de consumo.
Consideremos como as lanchonetes de refeições rápidas usam óleos, gorduras, açúcares e outros ingredientes viciantes que criam uma dependência, prejudicial à saúde, em relação a alimentos que contribuem para a obesidade. Cerca de 30% dos americanos são obesos na atualidade. O resto do mundo acabará seguindo o mesmo caminho, a menos que os países restrinjam práticas empresariais perigosas, como a publicidade, voltada a crianças, de alimentos viciantes e prejudiciais à saúde.
O problema não está apenas nos alimentos, a publicidade voltada às grandes massas contribuiu para muitos outros vícios de consumo, que implicam em altos custos à saúde pública, incluindo o hábito de ver televisão em excesso, apostas, uso de drogas, fumo e alcoolismo.
Quinta, para promover a felicidade, precisamos identificar os muitos fatores além do PNB que podem melhorar ou piorar o bem-estar de uma sociedade. A maioria dos países investe para calcular o PNB, mas pouco gasta para identificar as fontes da má situação da área de saúde (como o fast-food e o tempo excessivo em frente à TV), o declínio da confiança social e a degradação ambiental. Uma vez que compreendamos esses fatores, teremos condições de agir.
A busca insana pelos lucros empresariais ameaça a todos nós. Naturalmente, devemos apoiar o desenvolvimento e crescimento econômico, mas apenas dentro de um contexto mais amplo: um contexto que promova a sustentabilidade ambiental e os valores da compaixão e honestidade, necessários para criar a confiança social. A busca da felicidade não deveria ficar confinada ao belo reino montanhoso do Butão.
Jeffrey D. Sachs é professor de Economia e diretor do Instituto Terra, da Columbia University. É também assessor especial do secretário-geral das Nações Unidas sobre as Metas de Desenvolvimento do Milênio. Copyright: Project Syndicate, 2011.